quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A hora da verdade definitiva

Mesmo os mais incrédulos ou ingênuos já não podem negar a verdade de que Lula e Dilma foram os artífices e principais beneficiários, não só do “petrolão”, mas da avassaladora “expropriação” de recursos, em vários Órgãos federais. As declarações de Ricardo Pessoa, o coordenador do “Clube do Bilhão”, divulgadas pela “Veja”, neste último final de semana, não deixa qualquer dúvida que o esquema de corrupção, na Petrobrás, começou a partir de 2003, com a eleição de Lula. O PT, usando a velha e surrada tática de tumultuar os fatos, pretende que as investigações recuem aos anos 90. Ora, se o PT, nestes 13 anos que ocupa o Poder, não identificou qualquer irregularidade nos governos FHC, por que pretende estender àquele período as investigações, envolvendo a Petrobrás? A intenção é clara: inviabilizar a CPI. Espera-se que o Presidente Eduardo Cunha, que vem agindo com inesperada independência, impeça, com firmeza, as manobras petistas. A Presidente Dilma, repita-se, beneficiaria do “petrolão”, irmana-se, de forma mais sutil, na truculência político-administrativa, de Cristina Kirchner e Nicolas Maduro. Esses últimos têm reprimido, com virulência, as manifestações de protesto contra eles. Para o próximo dia 15 de março, estão previstas, em todo o País, manifestações contra este governo, que lançou o Brasil no caos econômico e enxovalhou seu nome, no maior escândalo da história. O governo Dilma perdeu sua legitimidade, porque a Presidente foi eleita com recursos espúrios, vindos do “petrolão”. Seu impeachment surge, assim, como preservação da democracia e da dignidade de um povo que, hoje, envergonha-se de ser brasileiro.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Uma inevitável e dolorosa comparação

        Constitui quase jargão popular que a principal lição da Historia é que devamos conhecê-la, para que acontecimentos nefastos não se reproduzam. Se é assim, façamos uma viagem até a Alemanha nazista e comparemos os fatos ocorridos, principalmente a partir de 1936, com os que, atualmente, estamos vivendo, no Brasil. A título de mera ilustração, convém lembrar que o Partido Político, cuja Presidência Hitler assumiu em 1921, chamava-se ‘’Partido Operário Nacional Trabalhista Alemão’’. Pois este partido que, quando de sua fundação, não tinha mais de 05 mil seguidores, em 1930 já era o segundo maior da Alemanha, elegendo 100 deputados e, dois anos depois, conquistava 230 cadeiras no Parlamento, passando a ser a mais forte agremiação política da República Alemã. Em janeiro de 1933, Hitler é nomeado Chanceler do Reich e, a partir daí, diante do olhar indiferente da Europa – notadamente Inglaterra e França – promove uma série de atos arbitrários, sempre reduzindo direitos individuais. E tudo isto ‘’em nome do povo alemão’’. Pois em 1936, retira-se da ‘’Conferencia do Desarmamento e da Sociedade das Nações’’ e, sob o olhar ainda passivo da Europa, ocupa a Renania. Tal era a leniência da comunidade europeia que Churchill, seu mais influente líder, limitou-se a afirmar que ‘’era demasiado cedo para saber se o Fuhrer seria o indivíduo que desencadearia nova guerra sobre o mundo ou se era homem capaz de restituir à Alemanha a paz de espirito, elevando-a e reconduzindo-a forte, poderosa e tranquila, ao convívio da família europeia’’. Em outubro de 1938, sob os olhares meramente contemplativos da Europa, as tropas nazistas penetraram no território austríaco e anexavam a Áustria à Alemanha. Enquanto Hitler deixava claras suas intenções expansionistas, Chamberlain e Daladier, respectivamente, primeiros ministros da Inglaterra e da França, assinavam o ‘’Pacto de Munique’’, reconhecendo a anexação da Áustria e entregando parte da Tchecoslováquia à Alemanha. O mesmo silencio e a mesma subserviência de sempre que custaria alto preço, pois em 1º de setembro de 1939, os alemães invadiam a Polônia, dando inicio à 2ª guerra mundial, que produziria o absurdo número de 60 milhões de mortos. Hitler poderia ter sido detido a tempo? A História demonstra que sim, já que, desde 1934, quando a Alemanha estava longe de ser potencia bélica, a imprensa alemã e a inglesa publicavam reportagens, sobre torturas a que eram submetidos prisioneiros políticos, em expressa violação ao Tratado de Versalhes. Como tudo era feito, ‘’em nome do povo’’, este se extasiava e apoiava aquele líder, simples pintor de paredes que, em sua juventude, chegara a dormir nos bancos das praças públicas e que, portanto, era povo também. A classe intelectual, que torcia o nariz para a nobreza, da qual o Presidente Hindenburg era lídimo representante, também abria seus braços para o novo líder que emergia. Mas esse líder, se era inculto, era inteligente e soube formar uma equipe, integrada por homens de diferentes matizes, desde radicais, como Ermst Roehm e Julius Streich, até homem cultos como Alfred Rosemberg, que elaborou o primeiro programa do partido e Josef Goebels, que se doutorou em filosofia aos 24 anos e que seria o Ministro da Propaganda do Reich. Isto sem falar em heróis de guerra, como Rudolf Hess e Herman Goering, este laureado com a mais alta condecoração alemã por heroísmo, em combate: a medalha ‘’Pour le Mérite’’, instituída por Frederico II. Façamos, agora, uma viagem para o Brasil de 1980. Mais precisamente para um estádio de futebol de uma cidade da grande São Paulo. Lá, naquela cidade, vivendo, à época, em função da indústria automobilística, um homem do povo, operário fabril, inculto, mas profundamente inteligente, emergia como novo líder popular e fundava um partido, que denominou ‘’dos trabalhadores’’. Repudiava a ‘’elite’’, mas abrigou muitos dela, inclusive ‘’quatrocentões’’. Atraiu intelectuais, principalmente juristas, jornalistas e professores universitários. Atraiu, também, ‘’heróis’’, vindos de inglória luta armada contra o poder militar. Dos poucos mil reunidos, naquele tosco estádio de futebol, em menos de 10 anos – tal qual acontecera com o partido nacional socialista – o ‘’dos trabalhadores’’  já era o segundo do Brasil e, em mais 05, seria o primeiro, elegendo vereadores, deputados, governadores e, em mais 10 anos, elegeria o Presidente da República. A diferença entre o líder alemão e o líder brasileiro? Muitas! O primeiro era carrancudo, autoritário. O segundo, sorridente, matreiro, envolvente até... O primeiro, sanguinário. O segundo – até porque os tempos eram outros – proclamava ‘’a paz e o amor’’. E, agora, a maior e mais importante das diferenças: o líder Alemão proclamava o ‘’espaço vital’’. Afirmava: ‘’onde houver alemão, aí será a Alemanha’’. E, pela força, pretendeu consolidar o que seria o ‘’Reich de mil anos’’. O segundo, mais centrado nos seus interesses e nos interesses de sua trupe, imaginou o Poder, sem prazo para terminar. E, ao invés de invadir países, geriu a invasão do patrimônio público, o que vem acontecendo desde a ocupação do Poder, segundo os ‘’delatores premiados’’. O nazismo poderia ter sido detido em 1936 e, se o fosse, 60 milhões de vidas e bilhões de dólares poderiam ter sido poupados. O lulismo poderia ter sido detido, em 2006, com o ‘’mensalão’’. A liderança política nada fez e o ‘’assalto ao trem pagador’’ continuou, em sua marcha desvairada, até chegar ao ‘’petrolão’’. Continuaremos inertes, assistindo à hecatombe da outrora maior empresa brasileira? Continuaremos inertes, assistindo ao dólar alçar vôo, atingindo ao patamar de 12 anos atrás? Continuaremos inertes assistindo à progressiva escalada da inflação, a corroer nossos rendimentos, comprometendo presente e futuro? Continuaremos inertes, assistindo ao desemprego, em massa, na indústria automotiva e no setor bancário, levando à incerteza senão ao desespero homens e mulheres que, a cada dia, perguntam-se, com angústia, ‘’será hoje o meu dia?’’.  As lideranças políticas e os formadores de opinião pública têm a obrigação cívica de mostrar ao povo o caos que nos aguarda e que ainda pode ser evitado. O Brasil precisar ser libertado. Impeachment já!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Dicas de Carnaval

Houve um tempo – e como vai longe esse tempo – que, se alguém me pedisse sugestão para o carnaval, eu, de pronto, abriria robusta mala e apresentava variadas opções. A melhor delas, é claro, o Rio de Janeiro, começando pelo ‘’Baile do Havai’’, exatamente hoje, na sexta-feira da semana que antecede à semana do carnaval. Mulheres lindíssimas, pouca roupa, a exibirem majestosas coxas torneadas e seios ainda não siliconados.
Para o sábado da semana seguinte e que, oficialmente, abria os festejos, o ‘’cordão do bola preta’’, durante o dia e o baile, no clube idem, era freqüência obrigatória, bem ali na Cinelandia, ao lado do Teatro Municipal. Predomínio das mulatas, magníficas em suas lantejoulas a cobrirem apenas o essencial. Como domingo tudo girava em torno das escolas-de-samba (ainda não havia desfiles na segunda), minha dica seria, durante o dia, a banda - de Ipanema, regida por Albino Pinheiro e Jaguar e, à noite, o baile do Clube Sírio-Libanês. Para a 2ª feira, era imperdível o baile do Teatro Municipal, com toda a sua pompa e recheado de celebridades. E o carnaval fechava, na 3ª feira, com o baile do ‘’Monte Líbano’’, onde o deus Baco era homenageado, sem regras nem medidas.
Mas, como disse no começo, meu tempo passou – para o carnaval e para tantas outras coisas – e a capacidade de dar ‘’dicas’’, a preencherem esses dias de não fazer nada, resume-se a sugerir livros e filmes. Desses, dois são imperdíveis, porque falam de um mal – o de Alzheimer – que nos espreita, principalmente a nós, que já deixamos os 60 para trás. Falo de ‘’Para Sempre Alice’’ e de ‘’O Juiz’’, onde a doença surge, sorrateira, na historia, de forma suave, sem melodrama. Entende-se o mal, convive-se com o mal, de forma terna. Quanto ao livro, recomendo uma visita a ‘’A Era do Ressentimento’’, do filósofo Luiz Felipe Pondé. Reflexão sobre nosso tempo e nosso comportamento. O autor nos atira algumas verdades: ‘’o que é Ressentimento? É você achar que todos deviam te amar mais do que amam, você achar que todo mundo devia reconhecer em você grandes valores que você não tem’’.
Convivemos, em nosso cotidiano, em todos os ambientes, com pessoas assim. E... não seremos, nós mesmos, pessoas assim?

Até 4ª feira de cinzas. 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

E o presidente do Senado apareceu no filme.

Desde quando a operação ‘’lava-jato’’ começou a revelar o resultado de suas investigações, com o PMDB envolvido na petropropina, pairavam sérias suspeitas que líderes daquele partido teriam suas cabeças colocadas a premio. Agora, a contadora do doleiro Youssef vem a público narrar, com detalhes, operação milionária e nebulosa, envolvendo uma agencia de viagens, pertencente ao doleiro e o Presidente do Senado, Renan Calheiros. Por óbvio, o senador alagoano nega qualquer envolvimento no fato e a ele deve ser concedido, pelo menos o benefício da dúvida, senão a presunção de inocência. O senador Renan Calheiros tem, em seu currículo, pontos nada edificantes. Aliado de Collor, dele se afastou, quando a cassação do ex-presidente tornou-se iminente. Mais tarde, exatamente para não ser cassado, renunciou ao mandato de senador. Também emerge a pergunta: se Fernando Baiano era o operador do PMDB, na apropriação de recursos da Petrobrás, quem eram os membros deste partido, beneficiários do esquema de desvio de recursos? Após o carnaval, o ministro do supremo, Teori Zavaski, promete divulgar o nome dos políticos envolvidos. Por outro lado, a esta altura, a força-tarefa da operação ‘’lava-jato’’, já deve estar investigando a operação financeira, supostamente envolvendo o senador Renan Calheiros e a agencia de viagens, da qual Youssef é sócio. Pelo histórico, sabemos que a Polícia Federal é infensa à influencia da Palácio do Planalto, que se empenhou na eleição de Renan Calheiros à Presidência do senado, e que tem sido fiel escudeiro, na defesa dos ‘’interesses’’ do Executivo. Aguardemos os próximos capítulos. 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O Caos Grego

Por mais que a anacrônica esquerda esperneie, o mundo gira em torno de um capitalismo globalizado, cujo líder são os Estados Unidos. Quando eclodiu a crise de 2008, a esquerda festejou, antevendo a falência daquele País e afirmando que o dólar deixaria de ser a referencia monetária internacional. Chegara – brindavam os saudosistas do Kremlin -                    hora e a vez dos países asiáticos - notadamente a China – que ‘’puxariam’’, para seu lado a comunidade europeia. Todavia, como nunca, desde a Revolução Russa, os devaneios da esquerda transformaram-se em realidade, a economia mundial seguiu outro rumo: Os Estados Unidos foram se recuperando, até atingirem o crescimento atual de 5%; o dólar adquiriu mais força, e, hoje, praticamente, se equipara ao euro; A China estagnou o crescimento e aos países da zona do euro foi imposta política de austeridade, capitaneada pela Alemanha de Ângela Merckel, a Margaret Thatcher dos dias atuais. Essa política de austeridade salvou a Espanha, Itália, Portugal e estava tirando a Grécia de um buraco sem fundo, escavado por anos de irresponsabilidade. Agora, esse País elegeu a extrema esquerda, graças ao discurso nitidamente petista (sim, deles os há por lá) de um demagogo, chamado Alexis Tsipras. Prometeu que não se submeteria às injunções internacionais. Prometeu que geraria empregos. Prometeu aumentar o salário mínimo. Prometeu que promoveria a estabilidade social. Enfim, tal qual Dª. Dilma prometera, só para ganhar as eleições, prometeu que faria belíssimo omelete, sem quebrar os ovos. Eleito, constatou que a realidade era outra: O Banco Central Europeu não concordou com a rolagem da dívida da Grécia e não vai conceder novos empréstimos. A Grécia ameaça sair da zona do euro, dar o calote nos credores internacionais e se aliar ao desvairado Putin. E mais: o tresloucado primeiro ministro grego agora exige o ‘’pagamento de empréstimos forçados que a Grécia teria feito à Alemanha nazista, durante a ocupação do País’’. Hoje, 4ª feira, os ministros das finanças da zona do euro se reúnem para avaliar a crise grega. A retirada da Grécia, pela sua desimportância econômica, por certo, não contaminará os demais países-membros. E quanto ao prometido calote, independentemente das sanções aplicáveis, servirá para isolar a Grécia da comunidade europeia, tornando péssimo o que já é muito ruim. Não será de se estranhar se, dentro de pouco tempo, a Grécia estiver vendendo a ‘’Acrópole’’, para fazer dinheiro. É o que dá acreditar em todos esses petistas malucos e sem caráter, espalhados pelo mundo. Enquanto a Grécia se atola na crise, apenas para registrar: a balança comercial alemã está com superávit da ordem de 200 bilhões de euros e, sua conta corrente registra superávit de 190 bilhões de euros e o dólar, nestas plagas dilmistas, bateu 2,80 reais, a maior cotação, dede a nefasta chegada do PT ao poder. Agora, Dilma tem mais um desvairado para compor seu quadro de fracassados, ao lado dela, da Cristina, a possessa e, Maduro, o paranóico. Que tal irem todos cheirar ‘’coca’’ com o companheiro Morales?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Tão logo foi eleito Presidente da República, Lula fez o seguinte discurso na sessão de abertura da Organização das Nações Unidas:
“O Brasil é um país maior do que os menores e menor do que os maiores. É um país grande, porque, medida sua extensão, verifica-se que não é pequeno. Divide-se em três zonas climatéricas absolutamente distintas: a primeira, a segunda e a terceira. Sendo que a segunda fica entre a primeira, e a terceira. As montanhas são consideravelmente mais altas que as planícies, estando sempre acima do nível do mar. Há muitos diferenças entre as várias regiões geográficas do país mas a mais importante é a principal. Na agricultura faz-se exclusivamente o cultivo de produtos vegetais enquanto a pecuária especializa-se na criação do gado. A população é toda baseada no elemento humano sendo que as pessoas não nascidas no país, são, sem exceção, estrangeiras. Na indústria fabricam-se produtos industriais, sobretudo iguais e semelhantes, sem deixar-se de lado os diferentes. No campo da exploração dos minérios o país tem uma posição só inferior aos que lhe estão acima, sendo, porém, muito maior produtor do que todos os países que não atingiram o seu nível. Pode-se mesmo dizer que, excetuando-se seus concorrentes, é o único produtor de minérios no mundo inteiro. Tão privilegiada é hoje, enfim, a situação do país, que os cientistas procuram apenas descobrir o que não está descoberto, deixando para a indústria tudo que já foi aprovado como industrializável e para o comércio tudo que é vendável. Na arte também não há ciência, reservando-se essa atividade exclusivamente para os artistas. Quanto aos escritores são recrutados, geralmente, entre os intelectuais. É enfim, o País do Futuro, sendo que este se afasta a cada dia que passa.”

(texto original de Millôr Fernandes, jornalista, dramaturgo, cartunista, tradutor, enfim, um dos maiores gênios produzidos pelo Brasil).

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O aniversário do PT
Com todas as honras e méritos, o PT reuniu-se em Belo Horizonte, para comemorar seus 35 bens sucedidos anos. Lá estavam Lula e Dilma, mas o grande homenageado da noite foi o Sr. Vaccari, tesoureiro do partido e digno sucessor de Delúbio Soares. Juntos, os dois carrearam 500 milhões de dólares para o partido e “algum” para eles mesmos e para alguns “companheiros” mais graduados. Afinal, ninguém é de ferro. O Sr. Vaccari já tinha “gerido” um golpe na Cooperativa dos Bancários, deixando cerca de 200 mutuários a ver navios, menos Lula, é claro, que teve seu tríplex, no Guarujá acabado – com direito a elevador interno – por uma Construtora, coincidentemente envolvida na operação “lava jato”. Na festa de BH, Dilma e Lula apareciam sorridentes, cortando o bolo de aniversário. A alegria era justificável: afinal, foram 12 anos juntos, que eles representavam “o novo”, a romper com a desigualdade social. E romperam, em primeiro lugar, com a deles, petistas, que se enriqueceram às custas de falcatruas, de todo o gênero. E pensar que alguns, verdadeiramente poucos e honestos, embarcaram na onde petista e, agora, envergonhados, mudam de partido ou vão chorar em um canto!

Ah, ia me esquecendo: na foto, por trás de Dilma e Lula, aparece Haddad, que vai destruindo a cidade com suas inúteis ciclovias, noticiadas, pela Revista “Veja”, do último fim de semana, como o quilometro mais caro do mundo. Eta povinho, esse do PT, que gosta de uma maracutaia!